A primeira contratação de marketing: quem contratar primeiro?

Há aquele momento em que toda a empresa que está em crescimento diz "precisamos de alguém para o marketing". E a primeira contratação é quase sempre a mesma: um gestor de redes sociais ou um designer, porque é o que se vê, é o que falta "para ontem", e é o cabe no orçamento.
Dois anos depois, o padrão se repete. A empresa tem um feed bonito, um colaborador exausto a fazer tudo e a pergunta que ninguém sabe responder continua no ar: "Afinal, o que é que o marketing nos rende?" E aqui está o ponto: o problema nunca foi a pessoa. Foi a ordem.
A lógica da primeira contratação
A primeira pessoa de marketing define, na prática, o que o marketing vai ser na empresa. Contratas um executor de conteúdos, e o marketing vira conteúdos. Contratas um generalista com cabeça comercial e o marketing vira uma máquina de clientes. Por isso a pergunta certa não é "o que precisamos de produzir?", é "o que precisamos que aconteça?".
Os três perfis, na ordem certa
O generalista orientado para resultados: sabe um pouco de tudo: conteúdo, canais, nímeros, recorre a especialistas externos no que não domina e responde pela única pergunta que realmente importa: quantos clientes touxemos e a que custo. É mais difícil de encontrar, é verdade. mas vale cada valor investido.
O especialista do canal que provou render: Quando os números mostram de onde vem o retorno: seja em conteúdo, tráfego pago, eventos, vendas directas; é aí que se contrata profundidade. Não onde a moda manda.
A execução criativa pode esperar (ou viver lá fora). Design e produção compram-se à peça, e a qualidade disponível no mercado angolano não pára de crescer. Estratégia e responsabilidade por resultados, isso não se terceiriza.
E se a empresa ainda não pode pagar o generalista sénior
É exactamente este vazio que o modelo fraccionário vem preencher. Direcção sénior presente alguns dias por mês para definir prioridades, enquanto a execução, interna júnior/plena ou externa, trabalha sob essa orientaçã. A empresa ganha a cabeça experiente sem pagar o salário a tempo inteiro. E quando a primeira contratação em full time finalmente chegar, entra num sistema já montado, em vez de entrar no caos.
É isso que a made faz: direcção de marketing fractional que prepara a casa para a equipa que está por vir.




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