top of page
Todos os artigos


O que levar à conversa com o CFO
Seis elementos que transformam um pedido de orçamento numa tese de investimento
— e o que deixar de fora da reunião com as finanças
28 de ago.4 min de leitura


O CFO não corta o orçamento de marketing. Corta a falta de evidência
A relação entre o CFO e o orçamento de marketing raramente falha por uma divergência ideológica. Falha porque o marketing pede confiança onde as finanças espera uma tese de investimento: objectivo, hipótese, risco, prazo, indicadores e mecanismo de acompanhamento. Estudos recentes reforçam que o alinhamento entre CMO e CFO é decisivo para ligar a actividade de marketing a resultados financeiros e tornar as decisões de orçamento mais transparentes. Por anos, o marketing habitu
20 de ago.3 min de leitura


Patrocínios: o investimento que o sector financeiro angolano não mede
Basquetebol, futebol, galas, festivais: os bancos angolanos patrocinam tudo. Quanto disso constrói marca — e quanto é vaidade institucional? Um guia para medir.
3 de ago.2 min de leitura


Metade do país está fora do sistema: o marketing como motor de inclusão financeira
Com metade da população fora do sistema financeiro, o marketing dos bancos angolanos tem um papel que vai além de vender: incluir. Como comunicar para quem nunca teve conta.
2 de ago.2 min de leitura


O que a zungueira sabe de marketing que a sua empresa esqueceu
Antes de descartar o título como provocação: pense na última vez que uma zungueira lhe tentou vender alguma coisa. Ela escolheu-o no meio da multidão (segmentação), adoptou a abordagem ao seu ar apressado ou disponível (personalização), ajustou o preço à sua reacção (pricingh dinâmico) e estava exactamente onde o cliente estava, à hora certa (distribuição). Sem powerpoint, sem persona, sem funil desenhado. O comércio informal angolano - das zungueiras aos candongueiros, da pr
2 de ago.2 min de leitura


Planear marketing num mercado volátil: o método dos três cenários
Todos os planos de marketing em Angola enfrentam o mesmo adversário, e não é a concorrência: é a volatilidade. O câmbio mexe e o custo importado dispara; o poder de compra oscila e o consumidor recua; a liquidez aperta e o orçamento aprovado em Janeiro é cortado em Maio. Perante isto, muitas empresas concluem que planear "não vale a pena cá". A conclusão certa é a aposta em mercados voláteis, planear vale mais — desde que se planeie para a volatilidade, e não apesar dela. Vou
1 de ago.2 min de leitura


O paradigma do marketing financeiro em Angola: todos sólidos, todos iguais
Num sector regulado, conservador por natureza, onde o erro de comunicação tem custo reputacional real, a tentação é imitar o vizinho — se todos dizem “solidez”, dizer “solidez” parece seguro. O resultado é um mar de mesmice em que a única diferenciação que resta é o preço, o patrocínio mais caro ou o outdoor maior.
27 de jul.2 min de leitura
Artigo destacado
Arquivos
bottom of page












