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O fim do marketing da vaidade: Os números que o "board" precisa de ver
Gostos, seguidores e impressões não pagam salários. Os indicadores de marketing que as administrações angolanas deviam exigir — e como montar o reporte.
5 de ago.2 min de leitura


Patrocínios: o investimento que o sector financeiro angolano não mede
Basquetebol, futebol, galas, festivais: os bancos angolanos patrocinam tudo. Quanto disso constrói marca — e quanto é vaidade institucional? Um guia para medir.
3 de ago.2 min de leitura


Metade do país está fora do sistema: o marketing como motor de inclusão financeira
Com metade da população fora do sistema financeiro, o marketing dos bancos angolanos tem um papel que vai além de vender: incluir. Como comunicar para quem nunca teve conta.
2 de ago.2 min de leitura


O que a zungueira sabe de marketing que a sua empresa esqueceu
Antes de descartar o título como provocação: pense na última vez que uma zungueira lhe tentou vender alguma coisa. Ela escolheu-o no meio da multidão (segmentação), adoptou a abordagem ao seu ar apressado ou disponível (personalização), ajustou o preço à sua reacção (pricingh dinâmico) e estava exactamente onde o cliente estava, à hora certa (distribuição). Sem powerpoint, sem persona, sem funil desenhado. O comércio informal angolano - das zungueiras aos candongueiros, da pr
2 de ago.2 min de leitura


Planear marketing num mercado volátil: o método dos três cenários
Todos os planos de marketing em Angola enfrentam o mesmo adversário, e não é a concorrência: é a volatilidade. O câmbio mexe e o custo importado dispara; o poder de compra oscila e o consumidor recua; a liquidez aperta e o orçamento aprovado em Janeiro é cortado em Maio. Perante isto, muitas empresas concluem que planear "não vale a pena cá". A conclusão certa é a aposta em mercados voláteis, planear vale mais — desde que se planeie para a volatilidade, e não apesar dela. Vou
1 de ago.2 min de leitura


Como escrever um briefing para agências, que poupa dinheiro
Há uma regra que aprendi do lado de quem contrata: diz-me como é o teu briefing e dir-te-ei quanto vais pagar a mais. O briefing vago é o melhor amigo do orçamento inflacionado — perante a incerteza, a agência protege-se: margens de segurança, rubricas genéricas, “gestão de projecto: 15%”. Não é má-fé; é a resposta racional a um pedido irracional.
30 de jul.2 min de leitura


O rebranding não vai salvar o seu negócio
Mudar de logótipo é a decisão mais tentadora e mais precipitada do marketing. Os 3 casos em que o rebranding faz sentido — e os 4 em que é dinheiro queimado.
29 de jul.2 min de leitura


O plano de marketing anual : o documento que a maioria das empresas nunca escreveu
Pergunto a quase todos os gestores que conheço: "têm um plano de marketing escrito?" As respostas dividem-se entre o silêncio, o "está na cabeça do director" e o powerpoint de feito pelo chatGPT que ninguém abre. Depois queixam-se todos da mesma coisa: o marketing gasta e não se percebe o que rende.
28 de jul.2 min de leitura
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